Ela vivia num mundo
Onde era proibido sonhar
Amar era tudo
O que podia demonstrar
Amar era como
Um sopro de vida
Porque uma vida sem sonhos
É como não ter saída
Ela achava que sonhar
Tinha um gosto
E que, seu paladar,
Era insosso
Ela achava que sonhar
Dava asas
E, que voar,
Era uma dádiva
Olhava para o céu
E via como era azul
Balançava o véu
No vento que vinha do sul
Um dia, por acaso
Descobriu uma "minha de sonhos"
Pegou um punhado
E os entregou a um senhor risonho
E disse: Cuide deles
Como se fossem seus
Faça seres
Com sonhos maiores que os meus.
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